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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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Pesca manejada no Rio Cautário em 2025 retira 160 pirarucus e gera R$ 90 mil em renda comunitária

Primeira edição da pesca manejada em 2025 no Rio Cautário retirou mais de 9 toneladas de pirarucu invasor e fortaleceu a renda de famílias extrativistas.

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Por Veia Política
Pesca manejada no Rio Cautário em 2025 retira 160 pirarucus e gera R$ 90 mil em renda comunitária
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O governo de Rondônia concluiu a primeira edição da pesca manejada de 2025 no Rio Cautário, entre os dias 15 de agosto e 3 de setembro. A ação resultou na captura de 160 pirarucus invasores, totalizando mais de 9 toneladas de pescado, cuja comercialização gerou mais de R$ 90 mil em renda, repassada integralmente às famílias comunitárias participantes.

A atividade foi organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por meio da Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUC) e da Coordenadoria de Licenciamento e Monitoramento Ambiental (Colmam). O processo contou ainda com parceria de um frigorífico, responsável por fornecer estrutura de apoio com câmara fria e mais de 260 sacos de gelo, assegurando a qualidade do pescado até a comercialização.

Sustentabilidade e desenvolvimento

O manejo do pirarucu, espécie invasora que ameaça o equilíbrio ambiental da região, tem duplo objetivo: preservar a biodiversidade e fortalecer a economia extrativista.

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O governador Marcos Rocha destacou a importância da iniciativa. “A pesca manejada é uma ação que une preservação e desenvolvimento. Combatemos a presença do pirarucu invasor e, ao mesmo tempo, fortalecemos a renda das famílias que vivem do extrativismo.”

Protagonismo comunitário

A analista ambiental da Sedam, Chirlaine Varão, ressaltou a participação das comunidades: “O diferencial dessa pesca manejada é a atuação ativa dos extrativistas em todas as etapas. Isso garante sustentabilidade, respeito às normas ambientais e protagonismo local.”

Modelo de conservação

O secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, afirmou que a pesca manejada no Rio Cautário representa um marco para a conservação em Rondônia. “Esse trabalho vai além da captura do peixe. É um modelo sustentável que une ciência, organização comunitária e políticas públicas, criando novas perspectivas econômicas para as famílias extrativistas”, disse.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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