A reforma administrativa apresentada em outubro enfrenta muita resistência e dificilmente vai andar na Câmara dos Deputados antes de 2026.
A proposta quer limitar salários altos e benefícios como auxílios de alimentação, transporte e saúde, criar metas de desempenho para servidores e acabar com privilégios como férias acima de 30 dias e licença-prêmio.
O relator, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), conseguiu as assinaturas necessárias para iniciar a tramitação, mas os sindicatos, como Sindsep e CTB, estão contra. Eles dizem que a reforma prejudica planos de carreira, congela salários e foi feita sem diálogo com os servidores.
Além disso, o calendário apertado também dificulta a aprovação. Faltando apenas três meses para 2026, ano eleitoral, mudanças assim enfrentam ainda mais resistência. Em 2023, outra tentativa de reforma administrativa também fracassou por causa da pressão dos sindicatos.
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