Pelo menos 25 pessoas morreram na Rússia após consumirem vodca barata e adulterada, segundo autoridades investigativas, que confirmaram níveis elevados de metanol em pelo menos seis corpos. O episódio ocorreu na cidade de Slantsys, com envenenamentos registrados na sexta-feira (26/9). Todas as vítimas haviam consumido produtos alcoólicos vendidos ilegalmente.
Entre os mortos, seis casos ocorreram entre 10 e 17 de setembro, com exames forenses apontando níveis fatais de metanol. Até o momento, 14 pessoas foram presas em três investigações relacionadas à produção e venda da bebida adulterada. Entre os detidos estão Olga Stepanova, de 60 anos, acusada de fornecer o álcool, e Nikolai Boytsov, de 78, que comercializou a vodca. As investigações continuam em andamento.
O caso russo lembra incidentes recentes em São Paulo, onde, em um período de 25 dias, houve nove casos de intoxicação por metanol, resultando em duas mortes — uma na capital paulista e outra em São Bernardo do Campo. As autoridades alertam para os riscos do consumo de bebidas alcoólicas ilegais e adulteradas, reforçando que a comercialização desses produtos é crime previsto no Código Penal e no Código de Defesa do Consumidor.
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